segunda-feira, 11 de abril de 2011

RIVERBREEZE

Junto com a banda Vitrine, daqui da cidade, completa a noite do Coletivo Cultcha a banda RIVERBREEZE, de Goiânia!


Riverbreeze, banda de indie rock goiana, faz jus ao seu nome. River, que trás como significado "rio", mostra a agressividade dos efeitos no sintetizador e a animação das músicas, e breeze, que significa "brisa", carrega a calmaria das guitarras quentes e viajantes.
A banda Riverbreeze teve sua formação completa em 2010, mas nasceu em 2009, seguido de 8 meses de estúdio. Depois de algumas apresentações como Travelers Inn, a banda mudou seu nome em novembro de 2010, lançando também o seu primeiro single no estúdio Rocklab, com o produtor Gustavo Vazquez, em Goiânia. O single contém duas faixas: She Was Out of Control e Take me Away.
Influenciada por bandas de indie rock como Strokes, The Killers, Muse, Interpol, Kings of Leon. Livre de outros estilos, a banda promete shows animados, quentes e viajantes.
"Um simples release não comportaria a vasta influência do grupo. Talvez fosse necessária a grande extensão de um arquivo científico para descrevê-la. Isso devido ao simples fato de que os integrantes transpõem as barreiras do mundo da música e vão além, buscando inspirações nas mais variadas fontes artísticas. E, como a obra do quarteto é resultado de tudo aquilo que o grupo consome (artisticamente falando), suas músicas refletem toda a pluralidade da banda. Com guitarras às vezes desvairadas, às vezes "swingadas", baixo marcado, bateria que a melhor definição é inexplicável, e com leve toque de sintetizadores, tudo amarrado pelo vocal, que é sujo e frágil ao mesmo tempo. O resultado é a contraditória Riverbreeze, que não cabe em nenhum rótulo, ou talvez em vários deles" (Danilo Pimentel).

Entrevista - RIVERBREEZE

Conheça mais um pouco da banda Riverbreeze, de Goiânia, que se apresentará nesta sexta, 15/04, no Blues Pub!


1- Primeiramente, quanto tempo tem a banda e o que motivou vocês a formá-la?


R: A banda vai fazer 2 anos de existência, porém no primeiro ano a banda ficou apenas dentro de estúdio criando músicas e preparando uma identidade para começar a se apresentar, faz pouco tempo que nós começamos a fazer shows (8 meses) e já temos uma resposta fantástica em relação ao público. O principal fator que motivou a formação da banda foi o desejo de fazer um som diferente, que a gente curte.


2- Em que vocês se inspiram pra compor as músicas do Riverbreeze? Explica pra gente a estética da banda, das letras, as intenções de vocês como compositores.


R: Nós nos inspiramos em tudo, na música que cada um de nós ouvimos, nos livros que lemos, nos filmes que assistimos, nas coisas que vemos no nosso quotidiano, tudo é peça para composição. A banda segue uma pegada indie rock, e estéticamente falando, procuramos inspirações de ídolos como o pessoal do Kings Of Leon, Strokes, Interpol, The Killers, por aí vai. As nossas intenções como compositores são proporcinar boas sensações, fazer com que as pessoas entrem no som, sonhem acordadas, fiquem com vontade de dancar, gritar, pular, que realmente curtam o momento.


3- Para alguns, a cena rock de Goiânia tem desenvolvido uma sonoridade própria. O que vocês acham disso? Vocês se encaixariam dentro dessa sonoridade?


R: A cena rock de Goiânia, realmente está caminhando cada vez mais com as suas próprias pernas, toda vez que alguém pergunta de onde somos, nós respondemos com muito orgulho que somos de Goiânia, as pessoas estão vendo que Goiânia não é mais a capital do sertanejo, mas sim do rock. Temos várias bandas excepcionais como os Black Drawing Chalks, Hellbenders, Johnny Suxxx, Space Monkeys, Atomic Winter, Mugo, Radiocarbono, entre várias outras.A Riverbreeze certamente se encaixa dentro dessa sonoridade própria de Goiânia, procuramos ser originais e fazer músicas criativas e de qualidade para que o público tenha o melhor tipo de som possível quando escutam a gente.


4- Falem sobre o single lançado em 2010. Vocês já estão planejando outras gravações, de repente um CD cheio?

R: O single lançado em 2010 é composto pelas faixas "She Was Out Of Control" e "Take Me Away", foi gravado e produzido pelo Gustavo Vazquez no estúdio Rocklab, que é referência no país inteiro, gravamos 2 músicas escolhidas a dedo para serem os "carros-chefe" da primeira fase da divulgação da banda. Agora, em Abril vamos começar a gravar um EP que contará com 6 faixas, sendo as duas do single e mais 4 inéditas, este EP deve ser lançado em setembro deste ano. Em relação ao CD, está no nosso projeto para 2012, as pessoas terão muitas novidades em 2012.


5- E os shows para 2011, como está a agenda? O que o público de Taguatinga pode esperar do show de vocês?


R: Bom, 2011 está incrível, em março fizemos uma turnê no Centro-Oeste com nossos amigos do Black Drawing Chalks, e agora em Abril vamos fazer outra turnê, dessa vez sozinhos, que começa em Taguatinga e termina em Palmas/TO, passando também pelo estado de São Paulo. A banda está rodando bastante, e o nosso objetivo é mostrar para o país inteiro o nosso som. O público de Taguatinga pode esperar um show quente, divertido e viajante.


6- Mandem um 'alô' pros leitores do blog! Digam o que quiserem!


R: Bom galera, vamos fazer com que esse nosso encontro em Taguatinga entre para a história, será o nosso primeiro show na cidade e queremos ver todo mundo animado e pulando com a gente lá. Pra quem ainda não conhece a banda ouça no nosso myspace (www.myspace.com/riverbreezebr), lá tem tudo sobre a banda, tem agenda, músicas, vídeos, fotos, etc. Nos vemos em Taguatinga, no Blues Pub. Obrigado a todos.

VITRINE

Sexta vai rolar mais uma festa do Coletivo Cultcha! Conheça uma das bandas que vai se apresentar na noite!


O VITRINE é uma banda de Brasília formada em 2006 com influências do rock dos anos 80 e do New Wave dos anos 2000. De Joy Division a The Killers, The Smiths a Strokes, passando pelo RockBrasília.
Com sua primeira demo, lançada em 2007, a banda começa a chamar a atenção da mídia especializada independente, com seu rock em português e boas letras, algumas sobre a perda da inocência, como “Às vezes admiro quem consegue mentir nos olhos/ Mas no espelho eu me recordo que eu consigo” – (Egoísmo) ou sobre a imposição da vida nas grandes cidades: “A mão que afaga e a que afoga/ A fé que salva e a fé que rouba/ Eu entro mesmo sem saber no coletivo delírio” – (Submissão) ou mesmo sobre o relacionamento cotidiano, como “Estranhos no meu quarto/ Todas parecem ser você/ Tantas voltas e eu estou no mesmo lugar” – (Zero Hora).
A banda conta com dois compositores e vocalistas, Israel Veloso e Davi Kaus. Um, guitarra base, e o outro, elogiadíssimo guitarrista solo da cidade. Mark Santana e Anderson Gomes, respectivamente baixo e bateria, completam a formação.



Com uma boa repercussão e crítica sobre as composições e um show enérgico, “Egoísmo” fica entre as mais pedidas em 2008 na rádio local, Cultura FM, por dois meses e a banda começa a rodar por festivais independentes em todo o Brasil, como o Grito Rock Brasília, Grito Rock Cuiabá, BH Indie Music, WoodGothic - São Thomé das Letras/MG, Ferrock, Finca UnB, Campus Sonoro, entre tantos outros.

“Tem uma melancolia sutil nas letras, intensas sem serem pesadas, apaixonantes e quase góticas. Tudo isso permeado pelo embalo New Wave que faz querer dançar. Muito bom!” – Site Rock Brasília. “Ecos de Joy Division e rock atual em bom português e um resultado vocal perfeito!” - Igor Filus, Charme Chulo.
Em 2009, a banda passa a integrar o Coletivo Cultcha, de Taguatinga, um dos mais atuantes da cena independente do DF, participante do Circuito Fora do Eixo. Em 2010, grava seu primeiro CD, com produção de Philippe Seabra, da Plebe Rude. O disco foi gravado num dos melhores estúdios do Centro-Oeste, o Daybreak, do próprio produtor. O Técnico de bateria foi Rodrigão Nogueira, que já produziu as baterias de diversas bandas nacionais, como Paralamas do Sucesso. Num processo que durou pouco mais de um ano entre Pré-Produção, Produção, Mixagem e
Masterização. A Mixagem ocorreu em NYC, no mês de setembro, por Kyle Kelso, famoso no Brasil pela Mixagem de várias bandas independentes, como Superguidis. Masterização por Matt Agoglia, na www.masterdisk.com, por onde já passaram artistas de peso, como Soundgarden, Mutantes, Miles Davis, Gorillaz, entre tantos.
Em janeiro de 2011, a banda lança pelo Selo Os Armênios, do RS, o Single “Zero Hora”, com “Esther” e “Submissão” como lado B, antecipando o que será o primeiro disco, que será lançado ainda no primeiro semestre. No mesmo período a banda é apontada pelos principais produtores da cidade ao Jornal Hoje em Dia como uma das promessas do Rock da cidade, ao lado de nomes como Enema Noise e The Pro.

Entrevista - VITRINE


Confira a entrevista que o pessoal do Vitrine concedeu pro Coletivo Cultcha!

1. Primeiramente, apresentem a banda pra gente.

Bem, pessoal, somos o Vitrine, banda de Brasília, e fazemos um rock com influências de Joy Division, The Clash, Echo and the Bunnymen, The Jam, Plebe Rude, Legião Urbana... com a sonoridade partindo dos anos 80 pra continuar em 2011. Amigos fazendo o tipo de rock que gostam com sinceridade e um pouquinho de sacanagem!!!! hehehe... Acima de tudo quatro amigos tocando rock.


2. As músicas de vocês lembram o auge do rock brasiliense nos anos 80. Como vocês se sentem quando fazem esse tipo de comparação? Isso já chegou a nortear o processo de composição de vocês?

Nós nos sentimos bem, a base do nosso som é realmente o rock oitentista, especialmente o feito em Brasília e suas influências. No processo de composíção isso aparece espontaneamente, tanto nas letras quanto na base rítmica, mas é um norte, não a bússola toda, hehehe... pode soar clichê, mas realmente o lance é escutar as músicas e tirar as conclusões. Pode ser que nos encaixemos no rótuto, pode ser que não... vai depender de quem escuta. Já disseram que a gente faz "rock de roqueiro apesar do Joy Division". Vai entender...


3. No ano passado, vocês gravaram sob a produção de Phillipe Seabra. Como foi? E como está o CD? Quando será o lançamento?

Foi um parto realmente... um ano e meio aproximadamente entre pré-produção, gravação, mixagem e masterização. O Phillipe é um ótimo produtor, consegue extrair o máximo das composições na pré e potencializá-las na gravação. Tem lá suas manias como todo mundo, mas é uma boa pessoa. Apesar da seriedade, a gente também riu muito nas gravações!!! Quando se escolhe um produtor, tem que se ter razões bem fortes praquela escolha, pois é uma pessoa que vai ter aval pra, em conjunto com a banda, formular definitivamente as músicas. E, apesar do Phillipe ser da Plebe Rude e ter muitas das influências que também temos, isso não contribuiu prum disco datado oitentista. Houve experimentações com microfonia, teclados à la Cure, acordes porrada e dedilhados... Rock de roqueiro com essência pós-punk, talvez? O importante é que nos orgulhamos muito do disco, e esperamos que todos escutem e gostem! A gravação já está finalizada, estamos só ajeitando a arte do encarte e outros pormenores, mas pretendemos lançá-lo até junho estourando.


4. E os planos da banda pra esse ano? Shows, CD, clipe... Depois de tudo lançado, qual a expectativa da banda e para a banda?

Bem, vamos lançar o clipe de "Zero Hora" dia 20 de abril no America Rock Club, em Taguatinga Sul, num show com a banda Gangorra que faremos lá. Aliás já agradencendo aos nossos amigos do Gangorra que nos convidaram. Depois de lançar o CD, queremos fazer show até no esgoto, hahaha!!!! Tocar muito pra divulgá-lo bem e ver no que dá. As expectativas são muito boas, o pessoal tem falado bem dos nossos shows e do single lançado no fim do ano passado (www.myspace.com/vitrine). O melhor do processo começa agora!!


5. O que o público vai ver no dia 15? Deixem aí o recado de vocês pra galera!

Queremos que todos se divirtam, dancem, bebam e celebrem a vida!!! For all tomorrow parties, como já cantava a Nico!!! Abraços!!


domingo, 3 de abril de 2011

THE NAVAJO KNOW - a festa!


Compareça!!!!!!!! Vai ser... inenarrável!



Conheça as bandas!